Gentilmente cedido por uma amiga
Todos nós procuramos uma maneira de conduzir a vida, um caminho que sirva como referência para nossa jornada e é mais que evidente a
existência de vários caminhos que podem ser seguidos. Nenhum deles é o mais correto; são apenas caminhos diferentes e o que vai definir a qualidade de cada um deles é a nossa postura perante ele. No caminho do arco temos os aliados que são as pessoas que convivem conosco, que estão à nossa volta. O arqueiro compartilha alegria com eles, que se interessam pelo que está sendo realizado mas não necessariamente seguem o mesmo caminho. Podem estar seguindo caminhos diferentes, cheios de entusiasmo, pessoas comuns do dia-a-dia, que cometem erros e acertos, que se expõem e correm riscos, são pessoas simples, mas com essa postura são capazes de transformar o mundo. Sempre busque aliados!Outro elemento é o arco e ele é a vida. O alvo está longe e a flecha um dia partirá, mas o arco sempre permanecerá. Precisamos saber cuidar dele; se o mantivermos sempre armado, em estado de tensão, ele certamente perderá potência, portanto, é necessário proporcionar ao arco períodos de repouso. Dessa forma ao esticarmos sua corda ele estará com sua força intacta.Ele tem flexibilidade e também tem o seu limite; se nós o esticarmos demais acabaremos por quebrá-lo e se o esticarmos pouco a flecha não terá força e velocidade suficiente para atingir o alvo. Lembre-se também que o arco é uma extensão de nós e não tem consciência, serve tanto para meditar como para matar, então, seja sempre claro em suas intenções.A flecha representa nosso desejo e este deve ser reto e cristalino, pois uma vez
lançada não há como pará-la. Seja onde for que a miremos, ela irá naquela direção e terá suas conseqüências. Estar em contato com a flecha é estar em contato com nosso intento. Ela parece frágil, leve, simples, mas com a nossa força será lançada à distância, levando nossa intenção, que parte em direção ao alvo, livre em seu vôo e seguirá o caminho que lhe foi destinado no momento do tiro.E por falar no que buscamos, esse é nosso objetivo, o alvo a ser atingido. Que independente do tamanho ou da forma, se está à direita ou à esquerda, no alto ou bem perto do chão, foi uma escolha nossa e devemos enfrentá-lo com dignidade; saber respeitá-lo, saber quanto custa atingi-lo, o esforço empenhado, o treinamento e tudo o mais envolvido, e jamais podemos culpá-lo se não o atingirmos. Ao buscarmos um alvo devemos saber que ele não é a única coisa a ![]()
interferir em nosso acerto. Temos que estar atentos a tudo que ocorre em volta, os chamados fatores externos, como o vento e a distância que influenciam diretamente em nosso acerto.Ao realizarmos algo em nossa vida, todos estão a nos observar, aliados e adversários; observam nossos movimentos e não temos como escapar aos julgamentos e, portanto, se estivermos nervosos o melhor a fazer é respirar fundo e nos concentrarmos na nossa atividade.O nosso caminho é a junção de todas essas coisas e devemos ter respeito com todas elas. O alvo só existe em função do arqueiro que o objetiva, os aliados e inimigos se relacionam diretamente, dando ajuda, apoiando e também apontando nossos erros, nos obrigando a crescer. Devemos interagir com os elementos que formam todo o contexto do nosso caminho aproveitando para aprender as lições que o caminho nos proporciona em todas as suas nuances. Paz e Luz









o que os seus coraçõezinhos esperam (que cúti-cúti*), e o que acontece de fato. Na minha humilde opinião, o natal perdeu muito o seu brilho (especialmente depois que descobri que o papai noel não existe!), e não é por falta de presentes, ou de comes, as ceias de natal estão cada vez mais “emperiquitadas” e belas, com uma variedade enorme de frutas, pães, doces, carnes, e todo tipo de coisas gostosas, mas acabou-se o espírito de natal (desculpem o clichê), vou contar uma histórinha da minha época de infância (lá vem ele de novo…). Bom, há uns anos atrás, todo ano, no dia 24 de dezembro pela manhã, eu e minha família saíamos de carro pra uma cidadezinha não muito longe aqui de Novo Hamburgo, lá é onde moram meus bisavós, fica na zona interiorana do interior (capiche?), onde a distância entre uma casa e outra é de algumas centenas de metros, paisagem típica do sul do país, com poucas casas, estrada de chão batido e muito campo, cavalos e açudes…
primas quase chorando quando o tio parava a caminhonete no meio do nada e sumia, dando um baita susto em todo mundo. Depois de andar uns 2 km, a gente voltava pra casa, mais tristes que os três tigres, por não ter encontrado nada nem ninguém, e pra nossa surpresa o seu Noel estava lá, junto dos nossos pais, e avós, sentado numa confortável cadeira, cheio de presentes à sua volta, e com um saco cheio de balinhas… Depois da entrega dos presentes, a gente se empanturrava com tanta bala, e ficava pelos cantos da casa (que é enorme) brincando com os novos brinquedos, e tentando desvendar o mistério: quem era o Papai Noel? o meu tio? não, eu lembro de ter visto ele… o teu pai então? é, bem que podia ser, ele estava sumido na entrega dos presentes…, mas ninguém tinha certeza de nada, e mais ou menos assim era a nossa noite de natal… (The end). Uns dois anos atrás a coisa mudou, metade daquele pessoal que se reunia no dia 24 não vai mais, porque está na praia, ou foi passar na casa de outra pessoa, ou ainda, andou se desentendendo com algum parente, quem acaba sofrendo diretamente são as crianças que perdem essa festa que eu e meus primos já tivemos e participamos tantas vezes, sinto saudades, pra mim, natal lembrava tudo isto, era sinônimo de ouvir Wilson Pain, e aquela musiquinha sobre a bomba atômica da Simone no rádio, comer panetone de chocolate (o único panetone que presta) no café da manhã o resto do mês de Dezembro, e enfeitar o pinheirinho, com aquelas correntinhas feitas de pipoca. É um lado do natal que provavelmente os mais novos não assistirão. E infelizmente, isso acontece em muitas outras famílias, a “crise” é geral, sempre pergunto para os amigos onde eles irão passar o natal, e geralmente é em alguma festinha, enchendo a cara, com um monte de gente que não conhecem, paguei uma aqui de conservador/saudosista/altruísta/socialista né? mas tudo bem, acho que é a idade mesmo… rs*

dos mais influentes músicos de Blues americano, Johnson nasceu no Mississipi, filho de lavradores, aos 16 anos resolveu deixar a vida do campo para tocar gaita e violão, desde então não parou de viajar, tocava em todos os lugares que podia (principalmente em
talento e a sua habilidade com o violão. Acredita-se que ele ficou a espera na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em uma noite de lua nova com seu violão na mão. A meia-noite, o diabo em forma de um homem apareceu para afinar seu instrumento (antes que os maliciosos começem a rir, a palavra “instrumento” substitui ”violão”, é pra não ficar repetitivo.. sabe como é…).A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. As letras de suas músicas como “Me and the Devil Blues“, “Hellhound on my Trail” e “Crossroad Blues” aumentaram as crenças na história, pois elas faziam alguma alusão ao diabo.
estava com câncer em estado terminal). O porém, é que, após 10 anos, o
o homem por uma bela mulher (foto), e em vez de afinar o violão, ela tasca um baita beijo no cara para “selar” o acordo (tá certo né? rs*)


