Arquivo da categoria ‘Filosofia de Botequim’

É dos carecas que elas gostam mais…

21 Janeiro , 2008

Esse fim de semana, mais uma vez levantei cedo para o almoço (lá pelas 11:30…), estava tudo normal, até eu chegar no banheiro e tomar um susto ao me olhar no espelho, não, não é isso que vocês estão pensando, apesar do meu rosto não ser dos mais amigáveis pela manhã, e muito menos meu humor, não foi por causa deles que me assustei. É que quando fui pentear o cabelo, percebi uma entrada um pouco avantajada do lado direito da minha cuca, ela sempre esteve ali, mas passou despercebida todos estes anos e eu nunca tinha dado muita importância, ao levantar o cabelo percebi que os fiozinhos ali são raros. Me assustei, até porque eu não tenho queda de cabelo, ele não é dos mais fortes, mas também não é frágil, e eu fiquei na dúvida se é minha testa que está crescendo, ou o cabelo que está diminuindo, e cheguei a conclusão de que, muito provavelmente é a segunda opção. Mas calma… eu ainda não estou nem perto de me tornar careca, é apenas uma possibilidade, que passou de remota para agora, possível… se for da vontade divina que eu me torne um aeroporto de mosquito, isto provavelmente levará alguns anos ainda pra acontecer, mas desde já eu me preocupo, se eu vier a me tornar um “desprovido de couro cabeludo”, vulgarmente conhecido como “careca”

Lendo um pouco a respeito, descobri que a genética é o fator principal o qual resulta a calvície, como não tenho pais calvos, a opção mais provável é: ”A outra causa mais comum de perda de cabelo é a grande quantidade do hormônio masculino Dihidrotestosterona (DHT) no folículo do cabelo. Este hormônio é produto da transformação metabólica do também Hormônio Testosterona, pela ação da enzima 5 Alpha-Reductase”

Resumindo, é excesso de masculinidade… talvez seja por isso que existe aquela expressão: “é dos carecas que elas gostam mais”, até que não é tão ruim assim né? de qualquer forma eu não sou apegado à coisas materiais, se eu notar que meu cabelo está desaparecendo mesmo, vou tratar de tirá-lo de uma vez, pois não pretendo ficar como alguns tios que usam perucas, deixam crescer dos lados pra depois jogar por cima e outras bizarrices que se vê por aí…

 O bom de ser calvo é que você não precisa comprar xampú, gel, creme pra cabelo, nem ter pente em casa, é uma sensação de liberdade que talvez algum dia eu vá experimentar, e adentrando um pouco mais nesse universo calvo, descobri que alguns dos meus atores preferidos também são carecas, olha aí a lista:

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O Bruce Willis é o cara, deixou os cabelos de lado (não do lado), e isto parece ter feito o maior sucesso entre as fãs.

 

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Timothy Olyphant também se desfez da cabeleira pra protagonizar o assassino de aluguel Hitman, eu pessoalmente não gostei muito do filme, mas o game é show :)

 

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Tá aí um cara que eu acho que nunca teve cabelo, o Vin Diesel, era pra ser o Hitman, mas não aceitou o papel, fez bem, porque só iriam falar mal dele :P

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Michael Rosenbaum, Lex Luthor para os íntimos, tem muita moça que prefere ele ao superboy, esse mundo tá perdido…

 

E você (perguntinha pras mulheres, por favor), acha que o cabelo (ou a falta dele) faz a diferença?

Voltando no Tempo

19 Dezembro , 2007

Sempre tive uma queda por filmes ou livros que tratam do assunto “Tempo”, quem nunca assistiu “De volta para o Futuro”, “Linha do Tempo”, “A máquina do Tempo”, e uma infinidade de outros bons filmes, (que não citarei aqui, por causa dessa amnésia repentina que me acercou…), enfim, entre voltar ao passado e ir para o futuro, eu fico com a primeira opção, até porque como diria o mestre: “O futuro é incerto”, e o passado oferece muitas possibilidades, (mudar o futuro por exemplo), se eu voltasse hoje há 10 anos atrás, provavelmente eu iria compor a música da lacraia, e outros funk’s sem sentido que existem por aí pra ficar rico e famoso :P (brincadeira), jogaria no Toto-Bola, e acertaria (isso se eu lembrasse de alguma combinação…). Bom como não posso, recentemente futricando no meu yakult (e não o dos outros, que fique claro), resolvi voltar à página 1 dos meus recados e ver o que tinha por lá, recomendo aos seres que não têm nada à esconder  (pessoas que não deletam seus scraps) à fazerem isso, relembrei épocas boas e outras nem tanto da minha curta vida yakultiana, e até encontrei alguns amigos há tempos esquecidos que uma vez me mandaram ou responderam um recado :) pra quem tem um email organizado e livre de spams como é meu caso, isso também é possível de ser feito, e rende boas gargalhadas, posso garantir.

Espero que o momento de saudosismo faça bem à todos vocês, e aprendam com os erros do passado, já que não se pode concertá-los (ao menos por enquanto…).

O caminho do arco

30 Novembro , 2007

Gentilmente cedido por uma amiga :)

Todos nós procuramos uma maneira de conduzir a vida, um caminho que sirva como referência para nossa jornada e é mais que evidente a existência de vários caminhos que podem ser seguidos. Nenhum deles é o mais correto; são apenas caminhos diferentes e o que vai definir a qualidade de cada um deles é a nossa postura perante ele.  No caminho do arco temos os aliados que são as pessoas que convivem conosco, que estão à nossa volta. O arqueiro compartilha alegria com eles, que se interessam pelo que está sendo realizado mas não necessariamente seguem o mesmo caminho. Podem estar seguindo caminhos diferentes, cheios de entusiasmo, pessoas comuns do dia-a-dia, que cometem erros e acertos, que se expõem e correm riscos, são pessoas simples, mas com essa postura são capazes de transformar o mundo. Sempre busque aliados!Outro elemento é o arco e ele é a vida. O alvo está longe e a flecha um dia partirá, mas o arco sempre permanecerá. Precisamos saber cuidar dele; se o mantivermos sempre armado, em estado de tensão, ele certamente perderá potência, portanto, é necessário proporcionar ao arco períodos de repouso. Dessa forma ao esticarmos sua corda ele estará com sua força intacta.Ele tem flexibilidade e também tem o seu limite; se nós o esticarmos demais acabaremos por quebrá-lo e se o esticarmos pouco a flecha não terá força e velocidade suficiente para atingir o alvo. Lembre-se também que o arco é uma extensão de nós e não tem consciência, serve tanto para meditar como para matar, então, seja sempre claro em suas intenções.A flecha representa nosso desejo e este deve ser reto e cristalino, pois uma vez arqueiro-2.jpglançada não há como pará-la. Seja onde for que a miremos, ela irá naquela direção e terá suas conseqüências. Estar em contato com a flecha é estar em contato com nosso intento. Ela parece frágil, leve, simples, mas com a nossa força será lançada à distância, levando nossa intenção, que parte em direção ao alvo, livre em seu vôo e seguirá o caminho que lhe foi destinado no momento do tiro.E por falar no que buscamos, esse é nosso objetivo, o alvo a ser atingido. Que independente do tamanho ou da forma, se está à direita ou à esquerda, no alto ou bem perto do chão, foi uma escolha nossa e devemos enfrentá-lo com dignidade; saber respeitá-lo, saber quanto custa atingi-lo, o esforço empenhado, o treinamento e tudo o mais envolvido, e jamais podemos culpá-lo se não o atingirmos. Ao buscarmos um alvo devemos saber que ele não é a única coisa a arqueiro-2.jpgarqueiro-2.jpginterferir em nosso acerto. Temos que estar atentos a tudo que ocorre em volta, os chamados fatores externos, como o vento e a distância que influenciam diretamente em nosso acerto.Ao realizarmos algo em nossa vida, todos estão a nos observar, aliados e adversários; observam nossos movimentos e não temos como escapar aos julgamentos e, portanto, se estivermos nervosos o melhor a fazer é respirar fundo e nos concentrarmos na nossa atividade.O nosso caminho é a junção de todas essas coisas e devemos ter respeito com todas elas. O alvo só existe em função do arqueiro que o objetiva, os aliados e inimigos se relacionam diretamente, dando ajuda, apoiando e também apontando nossos erros, nos obrigando a crescer. Devemos interagir com os elementos que formam todo o contexto do nosso caminho aproveitando para aprender as lições que o caminho nos proporciona em todas as suas nuances. Paz e Luz

 

Mutirão de Natal

12 Novembro , 2007

“Quer fazer algo diferente este ano, no Natal?

Que tal ir à agência dos Correios e pegar uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Papai ou Mamãe Noel delas? tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó, ou material escolar. É só pegar a carta e entregar o presente em uma agência do correio até dia 20 de dezembro. O próprio Correios se encarrega de fazer a entrega.

Recebi esta mensagem e achei a idéia fantástica, assim que possível vou até uma agência dos Correios para fazer a minha parte!

E você, fará a sua?

Pense nisso, pois um simples gesto pode fazer muita gente feliz!
Lembrem-se, em nossa vida, passamos por três fases:

- a primeira quando acreditamos no Papai Noel,

- a segunda quando não acreditamos e

- a terceira quando somos…

Acho que um pequeno gesto de nossa parte, pode tornar o NATAL de alguém mais feliz e alegre.

Abraços.”

Recebi ontem esse e-mail, e, achei que publicando ele aqui conseguiria atingir um público maior do que simplesmente reenviando ele para os meus contatos, com uma média de 30 acessos diários, e picos de 63 (chora Carina hehe), bem que meu blog pode ajudar a fazer algumas crianças felizes nesse natal, não é mesmo? pois então, a idéia é essa.

E falando em natal e acreditar em Papai Noel, gostaria de saber o que vocês pensam sobre isso, o que sentem realmente nessa época do ano, arvore-natal.jpg o que os seus coraçõezinhos esperam (que cúti-cúti*), e o que acontece de fato. Na minha humilde opinião, o natal perdeu muito o seu brilho (especialmente depois que descobri que o papai noel não existe!), e não é por falta de presentes, ou de comes, as ceias de natal estão cada vez mais “emperiquitadas” e belas, com uma variedade enorme de frutas, pães, doces, carnes, e todo tipo de coisas gostosas, mas acabou-se o espírito de natal (desculpem o clichê), vou contar uma histórinha da minha época de infância (lá vem ele de novo…). Bom, há uns anos atrás, todo ano, no dia 24 de dezembro pela manhã, eu e minha família saíamos de carro pra uma cidadezinha não muito longe aqui de Novo Hamburgo, lá é onde moram meus bisavós, fica na zona interiorana do interior (capiche?), onde a distância entre uma casa e outra é de algumas centenas de metros, paisagem típica do sul do país, com poucas casas, estrada de chão batido e muito campo, cavalos e açudes…

Saíamos de manhã porque ficávamos o dia todo lá, onde os parentes (filhos, netos e bisnetos) se reuniam para passar a noite de natal juntos (tá era dia 24… mas para nós era a noite de natal :D ), então, lá pelas 21:30, após a ceia, um tio nosso chamava todas as crianças para fazerem um passeio, e procurar o Papai Noel, então lá ia a “primazada” (pra quem não sabe, é o coletivo de primos), na parte de trás da caminhonete dele, no meio da noite em busca do bom velhinho… Na época, eu e dois primos meus, éramos os mais velhos do grupo, e mesmo assim morríamos de medo do tal  passeio (sendo da “cidade grande” não estávamos acostumados a andar numa rua de interior à noite, onde a única luz que se vê é a das estrelas…). Apesar dos pesares, era engraçado, ver as papai-noel-na-lareira.jpgprimas quase chorando quando o tio parava a caminhonete no meio do nada e sumia, dando um baita susto em todo mundo. Depois de andar uns 2 km, a gente voltava pra casa, mais tristes que os três tigres, por não ter encontrado nada nem ninguém, e pra nossa surpresa o seu Noel estava lá, junto dos nossos pais, e avós, sentado numa confortável cadeira, cheio de presentes à sua volta, e com um saco cheio de balinhas… Depois da entrega dos presentes, a gente se empanturrava com tanta bala, e ficava pelos cantos da casa (que é enorme) brincando com os novos brinquedos, e tentando desvendar o mistério: quem era o Papai Noel? o meu tio? não, eu lembro de ter visto ele… o teu pai então? é, bem que podia ser, ele estava sumido na entrega dos presentes…, mas ninguém tinha certeza de nada, e mais ou menos assim era a nossa noite de natal… (The end). Uns dois anos atrás a coisa mudou, metade daquele pessoal que se reunia no dia 24 não vai mais, porque está na praia, ou foi passar na casa de outra pessoa, ou ainda, andou se desentendendo com algum parente, quem acaba sofrendo diretamente são as crianças que perdem essa festa que eu e meus primos já tivemos e participamos tantas vezes, sinto saudades, pra mim, natal lembrava tudo isto, era sinônimo de ouvir Wilson Pain, e aquela musiquinha sobre a bomba atômica da Simone no rádio, comer panetone de chocolate (o único panetone que presta) no café da manhã o resto do mês de Dezembro, e enfeitar o pinheirinho, com aquelas correntinhas feitas de pipoca. É um lado do natal que provavelmente os mais novos não assistirão. E infelizmente, isso acontece em muitas outras famílias, a “crise” é geral, sempre pergunto para os amigos onde eles irão passar o natal, e geralmente é em alguma festinha, enchendo a cara, com um monte de gente que não conhecem, paguei uma aqui de conservador/saudosista/altruísta/socialista né? mas tudo bem, acho que é a idade mesmo… rs*

E então, nesse clima nostálgico, eu gostaria de desejar a todos os meus leitores (e às leitoras também ;) ) um feliz natal, e que lembrem-se das crianças do início do post.

Ho Ho ho…

natal-2.jpg

*Cúti-Cúti Significa Fofo em Miguxês

Crossroad Blues

9 Novembro , 2007

“Quem não quer ser grande? Quem não quer que sua vida signifique algo?”

Buenas!

Essa semana, assisti a um episódio de Supernatural que me chamou a atenção, intitulado “Crossroad Blues”, que é o nome de uma canção de Robert Johnson, umrobert-johnson.jpg dos mais influentes músicos de Blues americano, Johnson nasceu no Mississipi, filho de lavradores, aos 16 anos resolveu deixar a vida do campo para tocar gaita e violão, desde então não parou de viajar, tocava em todos os lugares que podia (principalmente em malocas prostíbulos e butecos bares de pouca popularidade). Teve uma carreira profissional curtíssima, que durou apenas dois anos (1936 a 1938), gravou 29 músicas, e não conseguiu nenhum reconhecimento comercial em vida (como ele afirma no episódio: “Deveria ter pedido fama, ao invés de talento… continuo duro, e sozinho…”).

Até aí tudo normal, mais uma história de um pobre infeliz, que apesar de talentoso, não teve o devido reconhecimento em vida (parecido com Van Gogh…).

Porém reza a lenda que Johnson teria vendido a alma ao demônio para obter o seu crossr4.jpgtalento e a sua habilidade com o violão. Acredita-se que ele ficou a espera na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em uma noite de lua nova com seu violão na mão. A meia-noite, o diabo em forma de um homem apareceu para afinar seu instrumento (antes que os maliciosos começem a rir, a palavra “instrumento” substitui ”violão”, é pra não ficar repetitivo.. sabe como é…).A partir daí, todos que ouvem suas músicas são encantados por ela. As letras de suas músicas como “Me and the Devil Blues“, “Hellhound on my Trail” e “Crossroad Blues” aumentaram as crenças na história, pois elas faziam alguma alusão ao diabo.

No episódio de Supernatural, esta lenda é fielmente retratada logo no início onde Johnson faz o pacto com o tal demo, e também narra a vida de mais 3 pessoas que fizeram o mesmo, um arquiteto, uma médica e um homem (que dentre os três, foi o mais altruísta, pediu pela vida de sua esposa, queencruzilhada.jpg estava com câncer em estado terminal). O porém, é que, após 10 anos, o Bruce Dickinson coisa ruim reaparece pra levar a alma (e a vida) da pessoa que fez o pedido, (abro um parênteses aqui para falar sobre alguns detalhes importantes, Johnson morreu com 26/27 anos (não se sabe ao certo), 10 anos depois de iniciar sua carreira. Foi morto possivelmente envenenado, sofrendo terríveis dores no estômago e essa seria a razão de, antes de morrer, ter sido encontrado andando de quatro e uivando como um cachorro, outro fato interessante é que no episódio, quem vinha buscar o “pagamento” era Cérbero (aquele cachorrinho simpático das trevas) ) Claro que apelando um pouco para o público masculino, Supernatural conta com algumas modificações… substituíram supernatural-crossroad.jpgo homem por uma bela mulher (foto), e em vez de afinar o violão, ela tasca um baita beijo no cara para “selar” o acordo (tá certo né? rs*)

Bom, acredito que seja só mais uma lenda urbana, porém, gosto quando os filmes mesclam realidade com fantasia, fazendo com que até os mais céticos (como eu), procurem por mais informações :D já deixei claro aqui, que não acredito no diabo, mas nem por isso eu me arriscaria a passar nessa tal encruzilhada no Mississipi à meia-noite, e você? (É claro, que se ele viesse no corpinho da Jeannette Sousa, eu iria estudar a proposta com carinho…)

P.S.: A respeito das músicas do cara, são medianas, diferentes de tudo que eu já ouvi de Blues, mas continuo preferindo Legião Urbana…

Que a Força esteja com você!

7 Novembro , 2007

Realmente, o povo brasileiro acredita em tudo! não é de se admirar que a política esteja como está… leiam essa engraçada reportagem que trata de um assunto bastante sério, a religião, ela  foi publicada originalmente na Vip Exame em Agosto de 2001. Na minha opinião deveria ter ido ao ar no programa Pequenas Igrejas, Grandes Negócios, depois de ler acredito que concordarão comigo, e sairão correndo comprar uma fantasia de Jedi :D

Para testar a fé do brasileiro e restabelecer a paz universal, nosso repórter assistiu a toda a série Star Wars e fundou uma nova religião: o jedaísmo. E até conseguiu adeptos.

Um assunto estranho invadiu os noticiários do Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, que estão realizando seus respectivos censos populacionais em 2001: uma misteriosa corrente de e-mails pedindo a todos os cidadãos que não têm uma religião definida que respondam aos pesquisadores que são da religião Jedi. O spam afirma que, assim que os adeptos somarem 10.000 respostas, o jedaísmo, inspirado na série Star Wars, de George Lucas, poderá ser transformado em uma religião oficial.

Mas, apesar da simpatia do Mestre Yoda e sua turma, a campanha não deu muito certo. E os auto-intitulados Cavaleiros Jedis foram ameçados com multas e processos se continuassem com a tentativa de melar o censo. Será que no Brasil aconteceria o mesmo? Afinal, o brasileiro já acreditou em coisa muito mais bizarra, como o ET de Varginha, o confisco do Collor, a Seleção Brasileira e o Paulo Maluf. Por que não acreditaria numa religião baseada na filosofia Jedi?

Pouco tempo depois, eu, Arturo Querzoli, e dois atores, Leonardo e Fábio, nos vestimos de Cavaleiros Jedis e invadimos a Praça da Sé, no Centro de São Paulo, ponto de pregação de muitos líderes espirituais, para divulgar o jedaísmo – e ver se descolávamos uma graninha extra.

Nosso Pregadores: Fábio Skywalker / Leonardo Kenobi / Arturo Gon Jinnl

Munidos de um cartaz feito por um pintor de pôsteres de filmes pornôs e de alguns colares encomendados para lembrar que “a Força está com você”, paramos no meio da praça, a alguns metros de um grupo de evangélicos cristãos.

Passados 5 minutos, nós três – recém-nomeados Obi-Wan Kenobi (Leonardo), Qui-Gon Jinn (eu) e Luke Skywalker (Fábio) – já atraíamos olhares curiosos. Em dúvida se a atenção popular era causada pela mensagem “Que a Força esteja com você” pintada no cartaz atrás de nós ou pelas roupas ridículas que usávamos, Obi-Wan Kenobi dirigiu-se ao curioso mais próximo e perguntou:

Obi-Wan Kenobi: O que você está fazendo aqui na praça?

Curioso: É que eu não sou ninguém. Acabei de cumpir 23 anos de cadeia.

Obi-Wan (tentando disfarçar o susto): Por que você acha que não é ninguém? Quantos anos você tem?

Curioso: 42. É que eu sou ignorante.

Obi-Wan (dirigindo-se ao recém-formado grupo de interessados ao redor de nós): Quantos de vocês têm mais de 50?

(Alguns levantam a mão.)

Obi-Wan (apontando para o ex-presidiário): E quem de vocês acha que esse homem é ignorante?

(Ninguém levanta a mão.)

Obi-Wan: E quem acha que ele é ninguém?

(Ninguém levanta a mão.)

Obi-Wan (para o ex-presidiário): Tá vendo? Sinta a Força dentro de você e dê a volta por cima! Como você está se sentindo agora?

Curioso: Alguém. Agora eu sou alguém!

Obi-Wan (com um sorriso contagiante de Padre Marcelo): É isso, irmão! Seja um Jedi e que a Força esteja com você.

Vencido o combate inaugural contra o Lado Negro da Força, um grupo de bêbados, secretárias, desempregados, auxiliares de escritório, bacharéis, office-boys e outros habitantes da Praça da Sé já se aglomerava em volta dos três dublês de beduínos que haviam acabado de converter um ex-fora-da-lei. Será que a Força estava realmente do nosso lado?Confiantes de que o público não reconheceria a semelhança entre a nossa religião e os filmes do George Lucas (se descobrissem a brincadeira, certamente nos expulsariam a pedradas), iniciamos nosso sermão. Nosso discurso era simples, baseado em quatro princípios básicos:

1. Acreditar e sentir a Força, que está acima de todas as religiões do planeta Terra.

2. União universal e sem preconceitos entre humanos, andróides e extraterrestres.

3. Busca da paz e do amor pelo poder da Força.

4. Combate sem tréguas ao Lado Negro da Força.

O público ao nosso redor foi aumentando. Preocupado com a concorrência, um pastor do grupo evangélico vizinho abandonou seus companheiros para nos intimar:

Pastor: Quem são vocês? O que vocês estão transmitindo aqui?

Qui-Gon Jinn: Estamos transmitindo a Força. A Força dos Jedis. O senhor conhece a nossa religião?

Pastor: Jedis, né? Já ouvi falar. Li alguma coisa a respeito, mas não conheço muito, não. Qual o objetivo de vocês aqui?

Qui-Gon: Promover a paz e o amor, ensinar vocês a usarem a Força que está presente em todo o Universo.

Pastor (incrédulo): E como vocês pretendem fazer isso? Baseados em qual fundamento? Como podem explicar essa tal Força do nada? Como podem não acreditar no pai-nosso-todo-poderoso?

Mal começou a discussão entre o evangélico e Leonardo (Qui-Gon Jinn), e os curiosos se multiplicaram em torno de nós. Para ajudar o pastor indignado, um espertalhão logo lançou a pergunta: “Isso é daquele filme Guerra nas Estrelas!”, mas obteve, antes que o público se rebelasse, a resposta ensaiada de Luke Skywalker: “Claro que sim. O filme é o único que mostra nossa religião, que existe há milhões de anos”.Depois de 10 minutos de acusações (“A Força é o diabo!”), o pastor ficou bravo e foi embora, resmungando pragas bíblicas. Ele, porém, estava errado. A Força não é o diabo. O Darth Vader é que é o diabo. Nessa altura do campeonato, já choviam sabre.jpgperguntas da pequena multidão reunida, que, para nosso espanto, realmente estava interessada em virar Jedi. Os diálogos que se seguiram pareciam saídos de ficção científica:

Rapaz: Vocês acreditam que, através dessa Força que vocês pregam, as pessoas consigam mover objetos por meio do pensamento?

Qui-Gon Jinn: Claro! É só atingir um estado de perfeita harmonia com a Força presente no Universo.

Rapaz (falando para a velhinha atenta que está ao seu lado): Viu, mãe!? Não falei pra senhora? Agora a senhora sabe como eu faço para mexer os copos e aquelas coisas todas!

(Dirigindo-se a mim): É que eu tenho poderes paranormais, sabe? Eu olho para um animal, por exemplo, e penso: “Quero que você levante e vá para a esquerda”. Aí ele levanta e vai para a esquerda.

Qui-Gon (fazendo cara de santo para não rir): Hum. Sei. A Força é forte em você, meu jovem.

Com o sucesso repentino das nossas pregações e ensinamentos, logo nos tornamos a sensação da praça. Como todo líder religioso que se preze, passamos à segunda fase de nosso teste de fé: a arrecadação financeira. Entre uma pregação e outra, Luke Skywalker abriu um pequeno tabuleiro com nossos Talismãs Jedi (produzidos pela empresa Controvérsia especialmente para a VIP): amuletos para proteger os Cavaleiros Jedi contra o Lado Negro da Força. Nem precisamos anunciar que o pequeno disco de lata com uma pedra no meio realizava milagres, espantava mau-olhado e atraía a sorte. Os simpatizantes de Yoda avançaram sobre as bijuterias sem perguntar o preço. Como nós não somos perversos como Jabba, the Hut, cobramos só 1 real por colar. E quebramos o protocolo da Praça da Sé ao aceitar passe e vale-refeição. Em menos de meia hora, só tinha notas amassadas sobre o tabuleiro. Definitivamente, a Força estava conosco! (Nós demos o dinheiro para o primeiro mendigo que encontramos ao sair dali, leitor. Afinal, um Jedi não se preocupa com a acumulação de bens materiais. Lembra-se de Yoda morando no pântano e de Obi-Wan no meio do deserto?)Mas, de repente, eis que o Lado Negro da Força resolveu nos desafiar. Talvez enviado pelo próprio Darth Vader, um jovem pastor evangélico, bem vestido, infiltrou-se no meio dos nossos futuros fiéis e começou a nos provocar:

Pastor Ivan Padilha: E de onde veio essa Força? Em qual livro vocês se baseiam?

Obi-Wan Kenobi (com as mãos sobre o rosto em sinal de concentração, para ganhar tempo): Ééé. Nos baseamos na experiência!

Ivan: Que experiência? Não tem nenhum livro que prove a existência disso! Nem em Deus vocês acreditam!

Ao ouvir essas palavras, parte do público começou a murmurar, duvidando da Força e (imagine só) até de nós, os Cavaleiros Jedi…

Obi-Wan (fazendo o sinal Jedi com o braço, para disfarçar o desespero): Éééé. É que não é preciso ver as coisas para acreditar. Por exemplo, o que vocês vêem aqui? (Enquanto fala, Obi-Wan fecha o punho, como se agarrasse o ar.) Para a maioria, dentro da minha mão não tem nada. Para nós, Jedis, existe muita coisa nesse vazio.

Ivan (exaltado): Vocês estão enganando o povo!

Obi-Wan (emblemático): A Força não engana ninguém. Basta senti-la.

Com o bate-boca, mais pessoas se aproximaram. Nosso público já era muito maior do que o que assistia às pregações cristãs ao lado. Mas, quando nosso companheiro Jedi afirmou que “Deus não existe, só a Força é real”, o pastor correu para o centro da praça e berrou:

Ivan (possesso): HERESIA!!! Ato de má-fé!!!O escândalo do pastor serviu apenas para atrair mais curiosos. Alguns já tinham, pelo visto, uma grande concentração da Força. Um deles, chamado Carlos Santos, se aproximou.

Carlos: Eu sei que a Força e todas essas coisas que vocês falam é verdade.

Qui-Gon: Ah! Então você já é um Jedi.

Carlos: Tanto que eu fui guerreiro romano numa vida passada e já estou em minha última encarnação aqui no planeta Terra.

Qui-Gon: Sei. E para onde você vai depois?

Carlos: Para Júpiter, claro, onde vive a civilização mais avançada do Sistema Solar. Os cientistas só não sabem disso porque eles estão em forma etérea, não dá para vê-los.

Qui-Gon: Ah, claro. Que a Força esteja com você.

No final da tarde, com muitos novos adeptos do jedaísmo circulando pela praça, uns trocados na caixinha e a enorme culpa por zombar da credulidade de gente simples mas honesta, resolvemos abandonar o planeta Terra. Na surdina, para não atrair a ira dos fiéis, nos dirigimos, um a um, para o carro que nos esperava num local econdido. Já longe do perigo de sermos descobertos, fizemos o sinal Jedi um para o outro, comemoramos o sucesso da empreitada e tiramos a fantasia. Animado, quando cheguei em casa tentei me concentrar na Força e fazer o controle remoto da TV levitar até mim. Não deu certo, mas um dia chego lá.

Os 10 Mandamentos do Jedaísmo

Religião tem que ter mandamentos. Aí estão os 10 princípios do jedaísmo:

  1. A Força deve compreender.
  2. Como o Mestre Yoda, somente da Força falar em invertida ordem e, de preferência, rimar.
  3. Contra o Lado Negro da Força, eternamente lutar. (Viu? Rimou!)
  4. Não ter preconceitos em relação a outros humanos, robôs ou extraterrestres com mais de uma cabeça.
  5. Combater eternamente Darth Vader e qualquer outro tipo de enlatado.
  6. Jamais confundir Star Wars com Star Trek.
  7. Achar que o Spock faz parte do Star Wars é pecado mortal.
  8. Não confundir a ordem dos episódios dos Seis Filmes Sagrados de São George Lucas (o mais recente é o primeiro, o mais antigo é o quarto e ih, que confusão!).
  9. Não usar o sabre de luz durante o apagão (afinal, o Universo inteiro está em crise de energia).
  10. Reconhecer que a Força está dentro de você, mas no bom sentido.

Oração Celta

6 Novembro , 2007

Essa é uma oração celta que encontrei na internet, os leitores mais antigos (haha), sabem que não sou uma pessoa religiosa, o que não significa que não seja do bem (essa coisa de bem, mal, bom, mau, já está me deixando biruta…), mas ela não faz mênção a deus algum, a não ser o nosso eu interior, acho que foi isso que me chamou a atenção mesmo, enfim, é um texto que vale a pena ser lido pelo menos uma vez ao dia, fico feliz de tê-lo encontrado, e de poder compartilhar com meus leitores…

Falando de bem e mal, lembrei que estou devendo aquele post sobre agnosticismo, então, como dizem os vingativos: Me aguardem…

Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalante ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
1.jpgQue as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade  consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.2.jpg
Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.
Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!
Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e atua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome.
Aquele amor que não se explica, só se sente.
Que esse amor seja o teu acalanto secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!

Blog Action Day

19 Outubro , 2007

Buenas!

Venho aqui para postar sobre meio ambiente mais uma vez, descobri que no último dia 15 tivemos o Blog Action Day (eu como sempre estou atrasado), mas me inscrevi no site lá e nosso blog está participando (não se desesperem, ano que vem tem de novo)

O Blog Action Day esse ano teve como assunto o meio ambiente, os blogueiros ficaram encarregados de discutir o tema em seus posts com o intuito de conscientizar os leitores da importância de sua preservação (tá eu não fiz isso, mas esse é um segredinho que fica entre nós…)

Deixo com vocês uma pérola encontrada na internet para reflexão (uma das frases mais profundas desde “eu cavei um buraco”)

 ”Não preserve apenas o meio ambiente, e sim todo ele.”

Caso você queira saber como foi o Blog Action Day clique na imagem abaixo:

blog.jpg

“O bem e o mal, é tudo igual” – Parte 1

15 Outubro , 2007

Buenas,Antes de mais nada você deve estar se perguntando porque eu, (o Guilherme), citaria Shakespeare como título de um post, e eu explico:  é porque o assunto de hoje tem um pouco a ver com essa frase (e pra mostrar que eu também tenho meu lado poeta haha).

A Priscila, uma amiga minha, e leitora do blog, sugeriu ontem numa conversa de “smn” um post sobre “Agnosticismo” (se alguém quiser sugerir assuntos como ela fez, desde que eu tenha um certo domínio sobre aquilo, eu posto!), então fiz algumas pesquisas (para falar alguma coisa que preste por aqui hehe), e coincidentemente estava lendo um livro “Deus na filosofia do século XX” que fala um pouco sobre a dúvida que nos circunda sobre a criação, e sobre deus. Decidi primeiramente fazer uma introdução disso, filosofar barato sobre deus e o mal, depois a gente fala sobre os agnósticos rs*

“A prova provada da inexistência de deus é a sua indiferença pelas coisas humanas: A existência do mal e da dor no mundo…”
Albert Camus 1913-1960

Para Camus tendo assumido como ponto de partida a existência do mal no mundo em razão da incompatibilidade medieval.jpgdeste com deus, conclui-se pela inexistência de deus (traduzindo: deus e o mal não podem coexistir, e, se o mal existe, logo, deus não pode existir). Porém, para alguns filósofos (e para mim inclusive :P ) o mal não existe em nada na natureza como forma dominante, ele está enraizado nas profundezas de todos os seres, porém só se manifesta se permitirmos isto, “O homem nasce bom e a sociedade o corrompe” (valeu Rousseau!) é uma frase que resume tudo, as crianças nascem puras, elas possuem o mal dentro de si, mas só o manifestam depois de conviverem com os adultos que por bem (ou mal) acabam por estimulá-las a desenvolverem este.Bom, mas se aceitarmos o fato de que o mal está por aí (por menor que seja no início), ele existe, e desta forma deus não pode existir, porque Diabos (hehe), um ser onipotente, onipresente e tantos “onis”, iria criar o seu oposto para viver em eterna luta?Na realidade, isto tudo são especulações (psss), e não podemos provar a existência ou não do mal (muito menos a de deus), gato.jpgsimplesmente porque tal entendimento não está ao alcance de nós, reles mortais :P , inclusive a bíblia diz, que “O homem jamais irá conhecer a Deus pelo seu próprio entendimento” (eu citando o livro sagrado dos cristãos no meu blog, aonde esse mundo vai parar hehe).Ah, mais uma coisa, Camus chegou a dizer que caso deus existisse, ele só podia ser “cego” e “surdo” para se manter indiferente ao drama do homem (quando esse boneco morreu, foi direto pro inferno hehe)

Se por um lado, podemos crer que deus não existe pelo fato de permitir tantos males ao homem, também podemos tiro.jpginterpretar o oposto: O homem é um ser egocêntrico, ao pensar que tem direito à felicidade, de usufruir de seu corpo e inteligência, do mundo natural com suas luzes e suas cores, enfim, direito de realizar plenamente suas potencialidades e expectativas, e sobretudo, de não sofrer… e caso não consiga realizar isso tudo, põe a culpa em deus (às vezes no Lula também). Simplesmente deus pode existir, e ser um cara que criou o mundo e a humanidade com algumas imperfeições, e “lavou as mãos” após isso, ele está ocupado com coisas mais interessantes do que cuidar do nosso bem-estar aqui na terra, o que vocês acham? (pode parecer bobo e ingênuo, mas é uma linha de raciocínio que você nunca conseguirá provar concretamente que está errada)

To be continued…

(sempre quis escrever isso haha)

 

Dicionário Homem x Mulher

11 Outubro , 2007

Este é um simples dicionário que na minha humilde opinião traduz bem algumas palavras ditas pelo homem e pela mulher.

MULHER

Sim

Não.

Não

Sim.

Não sei

sim

Talvez

Não.

Sinto muito

Vai ser como eu quero.

Nós queremos

EU quero.

Faça como quiser

Você vai pagar muito caro por isso.

Precisamos conversar

Quero me queixar de você.

Vá em frente

Não quero que você vá.

Não estou chateada

Lógico que eu estou chateada.

Seja romântico, apague as luzes

Estou me sentindo gorda.

Esta cozinha é meio desajeitada

Quero uma casa nova.

Quanto que você me ama?

Eu fiz algo de que você não vai gostar de saber.

Estarei pronta em um minuto

Tire os sapatos, escolha um canal de TV e relaxe.

Estou gorda?

Diga que eu estou bonita

Você precisa aprender a se comunicar

Concorde sempre comigo.

Não estou gritando!

Estou berrando!

 

 

HOMEM

Estou com fome

Estou com fome.

Estou com sono

Estou com sono.

Estou cansado

Estou cansado.

Quer ir ao cinema?

Gostaria de transar?

Posso te levar para jantar?

Gostaria de transar?

Posso te ligar?

Gostaria de transar?

Quer dançar comigo?

Gostaria de transar?

Bonito vestido!

Que decote! Gostaria de transar?

Você parece tensa, deixe-me fazer uma massagem

Gostaria de transar?

Estou chateado

Quer transar?

Eu te amo

Quero transar agora.

Vamos conversar

Estou querendo mostrar como sou uma pessoa sensível e,por isso, talvez você queira transar comigo.

Quer casar comigo?

Não quero que você transe com outros.

Gostei mais desse

Pegue qualquer vestido e vamos transar logo.

=)